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Perguntas Frequentes

Respostas diretas e claras sobre como usamos o consórcio como ferramenta dentro de estratégias personalizadas para aquisição, alavancagem, investimento e poupança.

Regulamentado

Regulamentado pela Lei 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central

Sem Juros

Alternativa inteligente ao financiamento bancário

Método PCP

Sair do Aluguel, Primeiro Imóvel, Máquina de Renda, Levantamento de Capital, Escada Patrimonial, Previdência Patrimonial, Sucessão Patrimonial

O que a Patrimoniza faz?

A Patrimoniza, em Campinas/SP, faz planejamento patrimonial usando o consórcio como ferramenta. Pelo Método PCP, o plano começa pelo seu objetivo (sair do aluguel, comprar o primeiro imóvel, gerar renda, levantar capital, organizar a sucessão) e só depois escolhe a carta de crédito certa.

O que é o Método PCP?

É o Programa de Construção Patrimonial, criado por Guilherme Campagnone. Tem três etapas: diagnóstico da sua realidade, estratégia com os números do seu caso e acompanhamento até a contemplação e o uso do crédito.

Como funciona o consórcio?

É um autofinanciamento: um grupo de pessoas paga parcelas mensais e, todo mês, a assembleia libera crédito para alguns participantes, por sorteio ou por lance. Não há juros; a administradora, fiscalizada pelo Banco Central, cobra uma taxa de administração. O crédito e as parcelas são corrigidos pelo índice do grupo.

Consórcio ou financiamento: qual é melhor?

Depende do prazo e do objetivo. O financiamento entrega o imóvel agora, mas exige entrada (em geral 20% ou mais), comprovação de renda e cobra juros. O consórcio não tem entrada nem juros, mas ninguém garante quando vem a contemplação. Por isso indicamos o consórcio para quem pode planejar, e mostramos o comparativo com números na reunião.

Em quanto tempo sai a contemplação?

Usamos estratégias que permitem ter previsibilidade na contemplação, combinando o grupo certo e o planejamento de lances. Mesmo assim, a contemplação não pode ser garantida: ela depende de sorteio, de lances e das regras do grupo.

Quanto custa uma carta de R$ 500 mil?

Num exemplo ilustrativo (grupo de 220 meses, taxa de administração de 23%, meia parcela até a contemplação), a parcela inicial é de cerca de R$ 1.397,73 por mês, sem correção. Os valores mudam conforme o grupo; você pode simular no próprio site.

Preciso dar entrada?

Não. O consórcio não exige entrada. Se você tiver recursos (ou um imóvel para vender), eles podem ser usados como lance.

Posso usar o consórcio para investir ou gerar renda?

Sim. Entre as estratégias do PCP estão a Máquina de Renda (o imóvel comprado com a carta é alugado e o aluguel ajuda a pagar a parcela), o Levantamento de Capital, a Previdência Patrimonial e a Escada Patrimonial (venda da carta contemplada). Todas têm premissas e riscos, explicados com números, sem promessa de rentabilidade.

O que acontece se eu atrasar uma parcela?

Parcela em atraso tira o direito de concorrer nas assembleias. Por isso o plano é montado com uma parcela que caiba com tranquilidade no seu orçamento.

Tem análise de crédito?

Sim, na contemplação. A administradora analisa o crédito antes de liberar a carta.

Com quais administradoras vocês trabalham?

Com a HS Consórcios, o Itaú, a Rodobens, a Remaza e a Unifisa, todas autorizadas pelo Banco Central. O grupo é escolhido conforme a estratégia de cada cliente.

Como é o acompanhamento depois da contratação?

Cuidamos de todo o processo, da criação da estratégia até a liberação do crédito, unindo agilidade e experiência. Participamos das assembleias por você e combinamos o lance todo mês. Você só cuida da sua rotina.

Atendem fora de Campinas?

Sim. O escritório fica em Campinas/SP, e as reuniões podem ser presenciais ou online, para qualquer cidade do Brasil ou exterior.

Como começo?

Agende uma reunião pelo nosso WhatsApp, (19) 99738-1371, ou pelo nosso site. A primeira conversa é um diagnóstico de cerca de 40 minutos, sem compromisso.

O que é meia parcela?

Em grupos que oferecem essa opção, você paga 50% da parcela até ser contemplado. Depois da contemplação, a diferença que ficou para trás é distribuída nas parcelas restantes, e a parcela fica maior que a integral. Por isso o plano já nasce com essa conta feita.

Por que a parcela é reajustada?

Uma vez por ano, a parcela e o crédito são corrigidos pelo índice previsto no contrato do grupo (nos imóveis, em geral o INCC). Assim o crédito acompanha o preço dos imóveis.

Quais são os custos?

Taxa de administração (nos grupos de imóveis que usamos, cerca de 23%, diluída em todo o prazo), fundo de reserva e, em alguns planos, seguro. Não há juros nem IOF. Os números exatos de cada grupo aparecem na simulação.

Quais tipos de lance existem?

Lance livre (você oferece o percentual que quiser), lance fixo (percentual definido pelo grupo), lance embutido (parte do próprio crédito é usada no lance) e, em algumas administradoras, lances por fidelidade. Os tipos e as regras variam por administradora; definimos a estratégia de lance com você mês a mês.

Para que posso usar o crédito?

Na carta de imóvel: comprar imóvel residencial ou comercial, novo ou usado, terreno, construção, reforma e quitação de financiamento, conforme as regras da administradora. O imóvel precisa estar no Brasil. Na carta de veículo: carro novo ou usado.

Posso usar o FGTS?

Em consórcio de imóvel residencial, sim: para lance, para completar o crédito na compra ou para amortizar, seguindo as regras do FGTS para moradia (por exemplo, imóvel para o próprio titular e sem outro imóvel na mesma cidade).

Posso vender a carta contemplada?

Sim. A cota contemplada pode ser vendida, e essa é a base da estratégia Escada Patrimonial. O preço depende do mercado no momento da venda, sem retorno garantido; mostramos as premissas com números antes de qualquer decisão.

Quem pode participar e quais documentos são pedidos?

Pessoas físicas maiores de 18 anos e empresas. Na adesão: documento com foto, CPF, comprovante de residência e de renda (empresas: contrato social e documentos dos sócios). A análise de crédito é feita pela administradora na contemplação, antes de liberar o crédito.

Quais são os riscos?

Não há data garantida para a contemplação; parcela e crédito são reajustados todo ano; o compromisso é de longo prazo (até cerca de 220 meses nos imóveis); e quem desiste antes de ser contemplado recebe de volta só por sorteio ou no fim do grupo, conforme o contrato. Por isso o plano começa por uma parcela que caiba com folga no seu orçamento.

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